Na comparação entre os últimos 30 ① e 10 ② dias, observa-se uma redução nos volumes de precipitação no Sul do Brasil. Ainda assim, o Rio Grande do Sul permanece como o estado com os maiores acumulados de chuva no país.
NÃO, MAS...
Na comparação entre os últimos 30 ① e 10 ② dias, observa-se uma redução nos volumes de precipitação no Sul do Brasil. Ainda assim, o Rio Grande do Sul permanece como o estado com os maiores acumulados de chuva no país.
NÃO
Na primeira quinzena de agosto ①, as temperaturas ficaram acima da média em grande parte do Brasil. Já na segunda metade do mês ② (até o dia 26), a temperatura ficou mais próxima à normalidade, em comparação com as primeiras semanas de agosto, embora ainda tenham permanecido altas no centro do país.
SIM
Entre 1º ① e 26 de agosto ②, a umidade do solo permaneceu acima da média em boa parte das áreas produtoras de trigo do Sul, garantindo boa disponibilidade hídrica para a cultura. No entanto, as chuvas recentes e a manutenção dos solos úmidos aumentam a atenção para doenças, especialmente nas lavouras mais avançadas. Para a soja 2026/27, o Brasil Central começa a exigir monitoramento: em 26 de agosto, o estado de Mato Grosso e áreas de Goiás apresentavam umidade abaixo da média.
SIM
Nas últimas semanas, o índice de vegetação ① apresentou forte queda no Rio Grande do Sul, movimento que parece pouco consistente com as condições hídricas e pode estar relacionado à interferência de nuvens nas imagens. Os elevados volumes de precipitação registrados em julho e agosto ② reforçam essa hipótese. Por outro lado, o excesso de chuva permanece como um risco agronômico: em 2023, ano sob influência do El Niño, os elevados acumulados entre setembro e novembro prejudicaram o desenvolvimento e o potencial produtivo das lavouras de trigo. Assim, a persistência de um padrão mais úmido nos próximos meses será um importante ponto de atenção para o ciclo atual.
NÃO
Desde o início de agosto, apenas um ① dia registrou chuvas expressivas, com potencial para limitar ou até interromper as operações de campo. Ainda assim, esses volumes ficaram concentrados na porção sul da zona canavieira.
TALVEZ UM DIA
Para os próximos 10 dias, a previsão ① indica possibilidade de chuvas significativas em apenas um dia, 1º de setembro, e restritas a uma pequena porção da zona canavieira (área em amarelo no mapa) . Além disso, esse cenário é projetado apenas pelo ECMWF, enquanto o GFS não indica volumes semelhantes, reforçando a incerteza da previsão e a necessidade de monitoramento nos próximos dias.
NÃO
Em Mato Grosso, o plantio da soja 2026/27 poderá começar a partir de 7 de setembro, aumentando a atenção sobre as condições climáticas e de umidade do solo. Atualmente, a umidade do solo ① está no menor patamar dos últimos 30 anos e, segundo o ECMWF, deve permanecer em níveis muito baixos pelo menos até 9 de setembro. Caso não ocorram chuvas suficientes para recompor a umidade, os produtores podem optar por postergar o início da semeadura. Portanto, as condições nas próximas semanas exigem monitoramento.
SIM
Tanto o ECMWF ① quanto o GFS ② indicam chuvas acima da média para boa parte do país. A confirmação desse cenário seria positiva para aliviar o estresse provocado pelo calor das últimas semanas, reduzir a demanda evaporativa e favorecer a recuperação da umidade do solo, especialmente nas áreas que vêm enfrentando condições mais secas.
SIM
Tanto o ECMWF ① quanto o GFS ② projetam temperaturas acima da média, com previsão de temperaturas variando de 3°C a 7°C acima da normalidade na maior parte do país.
NÃO
Na comparação com 26 de agosto ① e 7 de setembro ②, a umidade do solo deve apresentar queda principalmente em Mato Grosso, mas também em outras áreas do país. No entanto, irá permanecer bem acima da média em boa parte do Centro-Sul do país.
Subscribe to World in 10