Nos últimos 10 dias, a precipitação acumulada ficou acima da média ② em áreas do Centro-Oeste, Sul e parte do Sudeste e no MATOPIBA, mas os maiores volumes foram registrados no Sul do país, superando 120 mm ① em algumas regiões.
SIM
Nos últimos 10 dias, a precipitação acumulada ficou acima da média ② em áreas do Centro-Oeste, Sul e parte do Sudeste e no MATOPIBA, mas os maiores volumes foram registrados no Sul do país, superando 120 mm ① em algumas regiões.
NÃO
Na comparação entre a primeira quinzena de julho ① e os últimos quinze dias do mês ②, observa-se uma clara mudança no padrão térmico, principalmente no Sul do país. Enquanto na primeira metade do mês foram registradas temperaturas de até 5°C abaixo da média, com ocorrência de geadas em algumas regiões, na última semana as temperaturas passaram a ficar até 7°C acima da normalidade, afastando o risco de novos episódios de geada. Por outro lado, esse padrão mais quente, aliado à elevada umidade do solo em diversas áreas, pode favorecer a proliferação de doenças, especialmente nas regiões que registraram excesso de chuvas.
SIM
Desde o início de julho, a precipitação acumulada ① atingiu o maior nível dos últimos 10 anos, reproduzindo um padrão semelhante ao observado em 2015, outro ano sob influência de El Niño. Caso esse cenário persista, a elevada umidade poderá reduzir a radiação solar, aumentar a pressão de doenças e comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade do trigo.
AINDA NÃO
No sudoeste do estado, o índice de vegetação (NDVI) ① apresenta uma queda acentuada nas últimas semanas. Entretanto, esse sinal ainda requer confirmação, pois pode estar relacionado à elevada cobertura de nuvens e não necessariamente a uma deterioração das lavouras. As chuvas intensas registradas em julho reforçam essa hipótese, assim como os bons valores de NDVI no centro e norte do estado, que também enfrentaram condições meteorológicas semelhantes. Assim, continuaremos monitorando a evolução do índice nas próximas semanas antes de concluir que houve perda efetiva de vigor das lavouras.
SIM
Assim como no Rio Grande do Sul, as chuvas ① no Paraná têm permanecido acima da média, especialmente em julho. No entanto, os acumulados seguem significativamente inferiores aos registrados em 2015, outro ano sob influência de El Niño, reduzindo, por enquanto, a preocupação com impactos semelhantes aos observados naquele ciclo.
NÃO
O ECMWF e o GFS projetam precipitação abaixo da média ① para a primeira quinzena de agosto. No entanto, esse comportamento também foi observado em 2015 e não representou uma transição para um padrão seco. Assim como em 2015 e 2023, ambos sob influência de El Niño, o segundo semestre pode continuar sendo marcado por precipitações acima da média, indicando que esse período seco, isoladamente, não altera a perspectiva climática para a estação.
SIM
Na segunda quinzena de julho, Mato Grosso do Sul, Paraná e parte de São Paulo ① registraram chuvas frequentes, com acumulados diários superiores a 10 mm ② em diversas áreas, o que pode ter reduzido ou até interrompido temporariamente o avanço da colheita da cana-de-açúcar. Para os próximos dias, a previsão é de tempo seco, favorecendo a retomada das operações de campo.
NO SUL
Tanto o ECMWF ① quanto o GFS ② indicam volumes expressivos de chuva para o Sul do país, porém em volumes menores do que o registrado nas últimas semanas.
SIM
Tanto o ECMWF ① quanto o GFS ② projetam temperaturas acima da média, com previsão de temperaturas variando de 3°C a 7°C acima da normalidade.
SIM
Na comparação entre os últimos 10 dias ① e os próximos 10 dias ②, a umidade do solo tende a continuar acima da média na maior parte das regiões produtoras de trigo, mantendo condições hídricas favoráveis para as lavouras, porém, a alta umidade aumenta o risco de doenças nas áreas de trigo.
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